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Honda CG Fan e Start com nova injeção eletrônica, ainda vende bem, veja preço da linha 2017

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Mesmo com liderança de vendas no Brasil das CGs versões Fan e Start, equipadas com motor de 160 cm alimentado por injeção eletrônica, a Honda não desistiu de fabricar a CG Fan com motor de 125 cm. Mesmo com a segunda fase do Promot 4 em vigor, desde janeiro deste ano, esperávamos que a fanzinha, que ainda insistia em permanecer alimentada por carburador, iria ser enterrada.

Mas a Honda, em vez disso, equipou a nostálgica motinho com injeção eletrônica e a manteve na linha. Lembra-se daquela teoria de que injeção perde potência em relação ao carburador? Então, parece que a evolução da eletrônica da fábrica remapeassem a central eletrônica da Cgezinha de maneira tal que, mesmo sendo equipada com injeção, ela não ficou mais fraca que a versão carburada.

A Honda declara que, mesmo co a introdução do sistema, o motor passou de 11,6 cv para 11,8 cv. Recebemos uma unidade para testar e nos surpreendemos. No primeiro momento, quase ninguém se empolgou com ela na redação. Afinal de contas, ela dividia espaço em nossa garagem com BMW S 1000 XR, SH 300i, Kawasaki Z300 e outras motos maiores, porém bastou uma incursão ao centro da cidade de São Paulo para comprovarmos o porque da sua existência.

Não importa se ela não tem partida elétrica, pois é muito fácil acionar o motor pelo pedal e, surpreendentemente, também não importa se ela não tem discos de freio, pois, ao menos para levá-lo do ponto A ao ponto B, em pleno caos urbano, nenhum desses equipamentos faz falta. A nova CG 125 fan tem excelentes suspensões (muito melhor a que dos scooters), pneus confortáveis e posição de pilotagem extremamente natural. Incrível como não cansa ficar em cima dela por horas e horas.

A ergonomia merece nota 10, mas, todavia, o que mais chama atenção é a agilidade para passar nos ínfimos espaços. Os pneus Levorin Matrix oferecem muita confiança e os freios, apesar de um pouco borrachudos, não decepcionaram. Obviamente, dentro da capital paulista as velocidades são rigorosamente controladas. Raros são os trechos que nos permitem ultrapassar 60 km/h.Portanto, os tambores e a potência restrita são mais do que suficientes. Mas o melhor ainda estava por vir.

Quando paramos num posto de gasolina para abastecer, não conseguimos segurar o sorriso. Ela marcou 43,7 km/l mesmo sendo utilizada em ritmo de testes, que envolvem arrancadas e retomadas um pouco mais eufóricas que o normal. Com um tanque que tem capacidade para 14,6 litros, parar no posto de gasolina não será algo rotineiro.O.k., ela não oferece emoção quando enfrentamos uma estrada, pois, para se manter acima dos 100 km/h, ela sofre um pouco, mas, como a proposta é urbana e isso ela faz com maestria, suas qualidades na cidade compensam o sofrimento na estrada.

No entanto, a economia não para por ai. A CG 125 fan tem peças tão baratas na concessionária (com nota fiscal evidentemente) que até o número de roubos do modelo diminui. Um pedal de partida, por exemplo, custa em média R$ 18, um manete de freio custa R$ 12,50 e um par de pneus originais não sai por mais de R$ 250. E além disso, você ainda pode encontrar todas as peças paralelas ainda mais baratas.

Vá a um balcão de loja de moto, no centro de São Paulo (não precisa ser concessionária), e peça um pisca alerta de CG 125 fan. O vendedor vai responder com outra pergunta: Vai querer original ou paralelo?. E assim segue a Cgezinha na linha. Vermelhinha, na cor que mais vende, e agora com a praticidade da injeção eletrônica.

Pena que o preço também subiu. Com preço tabelado de R$ 6 790 não fica muito difícil investir um pouco mais e levar uma CG mais completa para casa.

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