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Habilitação para Cinquentinha é obrigatória, mas procura no Detran é baixa

A partir do dia 1º de junho, o condutor das motos “cinquentinha” também vai precisar de carteira, CNH e o pior é que pouca gente até agora foi atrás para tirar esse documento.

O ciclomotor do vidraceiro João Antônio Teles está novinho, não tem nem um ano e ele comprou porque não precisava de carteira para pilotar.

“Eu não tenho habilitação e ela ia me locomover ao meu trabalho, de ida e de volta, sem nenhuma complicação com as autoridades”, afirma João.

Mas agora quem roda por aí nessas motos também conhecidas como “cinquentinhas”, por causa das 50 cilindradas, vai ter que portar uma ACC, Autorização para Conduzir Ciclomotor. É uma habilitação específica para esses veículos.

moto-2016-2017-como-tirar-carteiraA exigência da habilitação deveria ter entrado em vigor em fevereiro, mas o Conselho Nacional de Trânsito voltou atrás e prorrogou o prazo. Agora é para valer. A partir desta quarta-feira (1º), quem for flagrado pilotando um ciclomotor sem a documentação exigida vai ter dor de cabeça. A multa prevista é de R$ 574, além da apreensão do veículo. A infração é gravíssima.

“Hoje, 70% das vítimas de trânsito são provenientes de ciclomotores e motocicletas. Então é importante que eles estejam habilitados para não poder superlotar nossos hospitais e proteger as vidas”, afirma o diretor do Detran-BA, Lúcio Gomes.

Mas em uma autoescola, uma das maiores de Salvador, ninguém até agora tirou uma autorização para conduzir ciclomotor. O custo é de quase R$ 1.500, incluindo aulas, provas e taxas, o mesmo que se paga por uma habilitação categoria A, que dá direito a pilotar qualquer moto. O diretor acha que não compensa. “Mesmo custo, mesmo trabalho, mesmas provas, então não é viável”, declara.

Em Pernambuco, onde quase 30 mil “cinquentinhas” foram emplacadas de um ano para cá, a procura pela autorização também está baixa.

“Nós vamos simplesmente cumprir a legislação. O condutor de uma “cinquentinha” tem que estar habilitado, no mínimo com a ACC e/ou também com a categoria A”, avisa o presidente do Detran-PE, Charles Ribeiro.

O porteiro Agnaldo Alves preferiu não esperar para ver. Ele quer trocar a velha “cinquentinha” por uma moto maior daqui a um tempo e tirou logo uma habilitação categoria A. Pagou caro, mas não se arrepende.

“Estou mais tranquilo, mais seguro. Não vou andar escondendo de ninguém, de um órgão de trânsito. Vou andar tranquilamente, graças a Deus”, afirma Agnaldo.

Informações via Bom Dia Brasil.

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O que acharam

  1. É um absurdo o que se faz para prejudicar o trabalhador e quem paga os impostos em dia, mas a ACC deveria ser emitida da seguinte forma 1) por um orgão municipal 2) a exigência seria aula completa de legislação e 10 aulas práticas de direção, com um certificado da auto escola o cidadão retiraria sua ACC na prefeitura de sua cidade estando apto a pilotar sua cinquentinha legalizada, com emplacamento obrigatório da cinquentinha com os documentos (seguro obrigatório sendo a metade0 sendo bem mais em conta do que de uma moto comum, não privaria o trabalhador de ter uma condução barata para o trbalho sendo a mesma proibida de circular em grandes centros e cidades como São Paulo e Belo horizonte na vias de trânsito rápido, o que a tornaria inviável para capitais mais imprescindível para o interior

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