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Yamaha lança NMAX 160, a nova pedra no sapato da concorrência

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Após ser revelado no Salão Duas Rodas 2015, a Yamaha apresentou, oficialmente, o NMax. Fomos até Mogi-Gyaçu, SP, para conhecer os interessantes números do Scooter – que estará nas concessionárias até o fim de maio, por R$ 111 390. Fabricado em Manaus, AM, ele tem preço fixo de seguro, ainda não oficializado pela marca. As linhas do NMax são modernas, assim como a de toda a linha atual.

Mas o mais interessante do Scooter está escondido debaixo das carenagens cinca-fosca, vermelha ou branca metálicas, as que serão vendidas. O motor tem sistema de controle de abertura das válvulas, chamado VVA. O mecanismo autodetermina, através de uma unidade eletrônica que leva em conta a rotação e a carga sobre a moto, o momento e o quanto devem abrir ou fechar as quatro válvulas.

Segundo a marca, isso visa melhorar o consumo e a entrega de força em alta e baixa rotações. O câmbio é automático CVT e o motor, um monocilíndrico de 155,09 cm, que rende 15,1 cv a 8 000 rpm e 1,46 kgf.m de torque a 6 000 rpm. A taxa de compressão é 10,5:1 e o diâmetro/curso é 58 x 58,7 mm. O topo da câmara de combustão, na parte baixa do cabeçote, é em formato côncavo, para melhorar a queima e facilitar a eliminação dos gases.

Ele ainda leva de herança a tecnologia DIASIL, que adiciona 30% de silício ao alumínio do cilindro (deslocado em 7 mm). Com a melhora da dissipação do calor, o motor e o pistão – formado pelo mesmo composto – ganham em tempo de vida útil. O chassi de aço tem formato Underbone, com 26° de cáster e 92 mm de trail. São dois berços triangulares, um superior e um inferior, reforçados nas laterais.

A traseira tem dois amortecedores com 90 mm de curso e as bengalas da frente, com barras de 41 mm, trabalham até 100 mm. O motor é acoplado ao chassi por um link com coxins de borracha,  que diminuem a vibração do scooter. As rodas são de 13, com pneus de 110/70 na dianteira e 130/70 na traseira.

O tanque comporta 6,6 litros, já incluindo o 1,4 litro destinado á reserva. Para colocar gasolina, não é preciso descer do scooter, já que o bocal fica entre as pernas do piloto. O peso seco é apenas 120 kg, 7 kg a menos do que quando totalmente abastecido. A diferença de preço para o Honda PCX é mais do que paga pela presença do ABS de série.

Pioneiro com esse sistema na categoria, o Yamaha conta ainda com freios a disco de 230 mm (dianteiro flutuante) em ambas as rodas. O banco tem dois níveis e volume de 25 litros sob ele, para um capacete fechado. O farol e a luz de freio são em LED. O painel digital tem velocímetro, hodômetro total, de reserva e de consumo instantâneo. Existem, também, luzes-espias de temperatura, de troca de óleo e de troca de correia – troca a cada 30 mil km.

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